Loja

Logo Apae
Logo Apae

APAE - ITABIRA

Apae de Itabira - MG

  • Início
  • Publicações
  • Portal da Transparência
    • Estatutos
    • Instrumentos de Gestão
    • Demonstrações Contábeis
    • Transparência Salarial
  • Editais e Convocações
    • Convocação de Assembléia Geral Extraordinária
  • Navegação rápida
    • Portal da transparência
    • Notícias
    • Campanhas
    • Videos
    • Arquivos
    • Sorteios
  • Entrar

Reciclagem

O que vai para a reciclagem?

 

Como já dizia o pai da química, Antoine Laurent Lavoisier no século XVIII, em sua conhecida lei da conservação da matéria: 'Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma'.

Atualmente, são coletadas mais de 140.000 toneladas de lixo urbano por dia no Brasil. Desse total, 60% não têm um destino final adequado, em aterros sanitários, sendo jogados nos chamados lixões.

Nem todos esses resíduos precisariam ter como fim as latas de lixo. Até 30% dessa montanha de lixo produzidos diariamente nas cidades brasileiras é composta por materiais recicláveis, como plástico, vidro, papel, latas entre outros que, se adequadamente separados, coletados e encaminhados poderiam ser reaproveitados na confecção de novas matérias primas que poderiam ser reprocessadas em processos de reciclagem e usadas na fabricação de novos produtos.

As vantagens da coleta seletiva e da reciclagem:

Evita o desperdício de materiais que ainda podem ser utilizados e diminui a quantidade de lixo que precisará ser armazenado e tratado pelos serviços públicos municipais. As cidades evitam, riscos à saúde e ao meio ambiente.

O consumidor pode contribuir, e muito, para diminuir a quantidade de lixo gerado em sua casa ao aplicar no dia a dia o princípio dos 3 R´s – reduzir, reutilizar e reciclar – acrescido de um primeiro e fundamental conceito, também um R’’, o do repensar seus hábitos de consumo. O consumidor precisa repensar seu padrão de consumo e antes de comprar se perguntar: eu preciso mesmo disto? E ainda, quanto tempo este produto vai levar para virar lixo?

Assim, após refletir sobre suas necessidades de compra e estar ciente da importância de levar para casa apenas o necessário, é também importante analisar cada opção de consumo e fazer escolhas que tenham o menor impacto socioambiental possível.

Já em casa, após o uso dos produtos, cuidadosamente escolhidos para causar o menor impacto. É o momento de pensar na coleta seletiva e na reciclagem dos materiais. A coleta seletiva envolve a separação e envio dos materiais usados que poderão ser reaproveitados, evitando jogá-los fora junto ao lixo comum.

Assim, a reciclagem é o processo de transformação e reaproveitamento desses materiais coletados.

 

 

Materiais que devem ser encaminhados para reciclagem

  • Embalagens de vidro, garrafas, copos e vidro de janela.
  • Cacos de qualquer embalagem de vidro podem ser enviados para reciclagem, mas devem ser protegidos e limpos. Todo vidro deve estar identificado e ser colocado em caixa de papelão ou embrulhado em jornal, para evitar que alguém se machuque, ensina Ferreira.
  • Jornais, revistas, folhas de caderno, formulários de computador, caixas de papel e papelão em geral, aparas de papel, fotocópias, envelopes, folhas sulfite usadas (dos dois lados) e cartazes velhos.
  • Latas de folha de flandres (como lata de óleo, salsicha, leite em pó).
  • Latas de alumínio (refrigerante, cerveja)
  • Aço (talheres, armações de óculos)
  • Embalagem marmitex (limpas)
  • Chapas de metal
  • Papel alumínio limpo (sem resíduos orgânicos, como restos de comida.
  • Materiais feitos em PVC rígido (canos, p.ex.)
  • Copos, pratos, potes e embalagens plásticas (como as de detergente, shampoo etc.)
  • Tampas plásticas
  • Sacos (de leite, arroz etc.)
  • Embalagem PET de refrigerante
  • CD e DVD são considerados plástico misto, e podem ser enviados para reciclagem.
  • Sacolinhas plásticas e o plástico filme, desde que limpos, ainda que o mercado para esse tipo de material (seja) bem fraco, dificultando o escoamento desse material para a reciclagem, explica Patrícia.
  • Tubos de pasta de dente, assim como outras embalagens de produtos de higiene e beleza.
  • Canetas esferográficas, separe a parte de fora, a capinha, feita de plástico e envie para reciclagem. A carga deve ser jogada no lixo comum.
  • Pedaços de materiais ou produtos de pequena dimensão (de plástico, papel, etc. ou os de metal, como grampos, pregos, por exemplo), que, como são pequenos devem ser juntados em potes para depois enviá-los para reciclagem – de preferência separando por tipo de material.
  • Quanto às pilhas, ao longo de muitos anos, essas pequenas quantidades também se acumulam na natureza e podem se transformar em um grande problema ambiental.
  • Uma dica para o consumidor é repensar se realmente precisa utilizar aparelhos a pilhas. Nos casos indispensáveis, deve-se optar por pilhas recarregáveis. É fundamental enviar as pilhas usadas sempre para reciclagem, mesmo que a legislação não obrigue a isso no Brasil.
  • As lâmpadas fluorescentes, da mesma maneira, segundo a legislação brasileira podem ser jogadas no lixo comum, embora contenham mercúrio na forma de vapor, um resíduo perigoso que, no momento em que a lâmpada quebra pode ser liberado para o ar e prejudicar o meio ambiente e a saúde humana. Muitas empresas e universidades pagam para outras empresas promoverem a descontaminação. Seria que os fabricantes de lâmpadas ficassem responsáveis pela sua destinação adequada (descontaminação e reciclagem), já que o descarte desses materiais pode ocasionar contaminação ambiental, assim como acontece com as pilhas. Mas preste atenção, apenas as lâmpadas fluorescentes são recicláveis e não as mais comuns (incandescentes), que não são recicláveis.
  • Fitas cassete e disquetes têm sua parte exterior feita de plástico, que é reciclável. Mas a fita magnética, interna, ao contrário, não é. Se for possível separá-los e encaminhar o exterior para reciclagem.

 

 

Materiais que não devem ser encaminhados para a reciclagem.

 

  • Embalagens metalizadas, como as de salgadinho e biscoitos
  • Etiquetas adesivas
  • Fita crepe e fita adesiva
  • Papel higiênico
  • Papéis plastificados (geralmente de embalagens)
  • Papel de fax
  • Guardanapos de papel e lenços de papel sujos (com restos orgânicos, por exemplo, de comida).
  • Fraldas descartáveis
  • Celofane
  • Fotografias
  • Lã ou esponjas de aço
  • Canos velhos
  • Espelhos e vidros planos (como os de automóvel ou box)
  • Porcelana (pratos, travessas, xícaras)
  • Tubos de imagem de TV
  • Lâmpadas comuns (incandescentes)
  • Materiais de cerâmica
  • Cabos de panela.
  • Espuma
  • Esponja de cozinha
  • Isopor: apesar de existir tecnologia para sua reciclagem, na grande maioria das vezes, ela não acontece. O melhor, por isso, é evitar comprar produtos embalados em isopor, assim como em outras embalagens não recicláveis ou de difícil reciclagem.
  • A madeira é um material orgânico, mas que não pode ser reciclado.

 

 

Eletroeletrônicos

 

  • O perigo dos eletroeletrônicos.

 

Segundo o Greenpeace, o lixo eletrônico produzido no mundo em um ano encheria um vagão de carga de um trem capaz de dar uma volta completa no mundo. São 50 milhões de toneladas de lixo eletroeletrônico produzidos a cada ano pela humanidade, composto por computadores, celulares, eletroeletrônicos e eletrodomésticos.

Na União Européia já existe legislação específica para resíduos eletro eletrônicos que garante que esses materiais terão uma destinação ambientalmente correta. No Brasil, não.

Navegação

Portal da transparência Notícias Campanhas Videos Arquivos

Fale conosco

Email: itabira@apaemg.org.br

Telefone: (31) 38340101

Rua Jose De Alencar,, 385 - CEP: 35901010 - Itabira - MG

Assine nossa newsletter

APAE BRASIL - Todos os direitos reservados
made with ❤ by Altvia